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Tuesday, January 25, 2011
Thursday, October 1, 2009
Paying taxs in the Portuguese Post is nicer... ?!?
Como é possivel ser mais simpatico pagar impostos??? Estão sempre a tentar enganar o cidadão.
E sorriso da hospedeira de terra da TAP? Tem ar de ser um sorriso verdadeiro? Claro que não... Mas o que vem a ser isto? Está tudo maluco? Nem nas autárquicas deixam reflectir o contribuinte?
E sorriso da hospedeira de terra da TAP? Tem ar de ser um sorriso verdadeiro? Claro que não... Mas o que vem a ser isto? Está tudo maluco? Nem nas autárquicas deixam reflectir o contribuinte?
Thursday, July 31, 2008
As 30 melhores empresas para trabalhar em Portugal
Todos os anos, o Great Place To Work® Institute produz a Lista "As Melhores Empresas para Trabalhar" em 29 países do mundo..
Cada lista destaca empresas de um país específico ou região do mundo, recorrendo à mesma metodologia desenvolvida nos EUA - através da qual questionamos os funcionários sobre o nível de confiança e a qualidade das relações existentes entre os seus pares e os seus líderes.
Baseada nas Listas nacionais de países europeus, o Great Place To Work® Institute Europe lançou uma competição anual para seleccionar as "100 Melhores Empresas para Trabalhar na Europa ". A primeira lista foi anunciada em 2003 e envolveu todos os países membros da União Europeia. Anteriormente, o Instituto levou a cabo pesquisas em vários países europeus, incluindo a Dinamarca, a Suíça, a Itália, Portugal e Reino Unido.
As empresas são seleccionadas com base nas respostas dos colaboradores ao Great Place to Work® Trust Index®, um questionário dirigido aos colaboradores, desenvolvido pelo Great Place to Work® Institute.
As informações adicionais que são utilizadas para seleccionar as empresas para a Lista são fornecidas pelo Great Place to Work® Culture Audit©, um questionário de avaliação dirigido à gestão, composto por duas partes, também desenvolvido pelo Great Place To Work® Institute.
Em 2008, e segundo este estudo, as 30 melhores empresas para trabalhar em Portugal são as seguintes:
1 Microsoft
2 Cushman & Wakefield
3 Dynargie
4 Liberty Seguros
5 Hewlett Packard
6 BMW Group Portugal
7 Diageo Portugal
8 Everis Portugal
9 IBIS/ACCOR
10 GMS Consultores de Gestão
11 MARS Portugal Inc.
12 Xerox Portugal
13 SAS Portugal
14 Bristol-Myers Squibb, Farmacêutica Portuguesa
15 Real Seguros
16 Mondial Assistance
17 Accenture
18 Mapfre Seguros Gerais
19 RE/MAX Portugal
20 PT CONTACT (Castelo Branco)
21 BARCARDI MARTINI Portugal
22 Medtronic Portugal
23 Deloitte
24 Pricewaterhousecoopers
25 Martifer
26 Primedrinks
27 Ativism
28 José Julio Jordão
29 Shenker Transitários
30 Sistemas McDonalds Portugal
Artigo adaptado e reproduzido com a autorização do Great Place to Work® Institute Portugal
Cada lista destaca empresas de um país específico ou região do mundo, recorrendo à mesma metodologia desenvolvida nos EUA - através da qual questionamos os funcionários sobre o nível de confiança e a qualidade das relações existentes entre os seus pares e os seus líderes.
Baseada nas Listas nacionais de países europeus, o Great Place To Work® Institute Europe lançou uma competição anual para seleccionar as "100 Melhores Empresas para Trabalhar na Europa ". A primeira lista foi anunciada em 2003 e envolveu todos os países membros da União Europeia. Anteriormente, o Instituto levou a cabo pesquisas em vários países europeus, incluindo a Dinamarca, a Suíça, a Itália, Portugal e Reino Unido.
As empresas são seleccionadas com base nas respostas dos colaboradores ao Great Place to Work® Trust Index®, um questionário dirigido aos colaboradores, desenvolvido pelo Great Place to Work® Institute.
As informações adicionais que são utilizadas para seleccionar as empresas para a Lista são fornecidas pelo Great Place to Work® Culture Audit©, um questionário de avaliação dirigido à gestão, composto por duas partes, também desenvolvido pelo Great Place To Work® Institute.
Em 2008, e segundo este estudo, as 30 melhores empresas para trabalhar em Portugal são as seguintes:
1 Microsoft
2 Cushman & Wakefield
3 Dynargie
4 Liberty Seguros
5 Hewlett Packard
6 BMW Group Portugal
7 Diageo Portugal
8 Everis Portugal
9 IBIS/ACCOR
10 GMS Consultores de Gestão
11 MARS Portugal Inc.
12 Xerox Portugal
13 SAS Portugal
14 Bristol-Myers Squibb, Farmacêutica Portuguesa
15 Real Seguros
16 Mondial Assistance
17 Accenture
18 Mapfre Seguros Gerais
19 RE/MAX Portugal
20 PT CONTACT (Castelo Branco)
21 BARCARDI MARTINI Portugal
22 Medtronic Portugal
23 Deloitte
24 Pricewaterhousecoopers
25 Martifer
26 Primedrinks
27 Ativism
28 José Julio Jordão
29 Shenker Transitários
30 Sistemas McDonalds Portugal
Artigo adaptado e reproduzido com a autorização do Great Place to Work® Institute Portugal
Friday, July 11, 2008
Tecnologia: As outras funcionalidades do iPhone (www.publico.pt)
The iPhone have been launch today in 22 countries, including Portugal and Norway. The new Apple's jewel promises quick Web navigation, sending and receiving emails,has touchable screen, direct connection to YouTube,iPod and GPS integrated, besides other functionalities. But there are who have found more aplications besides those that are on the package.
O iPhone foi lançado hoje em 22 países, entre os quais Portugal e Noruega. A nova jóia da Apple promete navegação rápida na Web, envio e recepção de e-mails, tem ecrã táctil, ligação directa ao YouTube, iPod e GPS integrado, entre outras funcionalidades. Mas há quem tenha encontrado ainda mais aplicações para além das descritas na embalagem.
http://www.publico.clix.pt/videos/?v=20080711114718&z=1
http://jornal.publico.clix.pt/default.asp?url=%2Fmain%2Easp%3F
Friday, June 20, 2008
A eficácia alemã acabou com Portugal
Pode resumir-se tudo a uma questão de eficácia ou fiabilidade. A Alemanha é aquela máquina. Não falha. E Portugal falha. Falha nos momentos decisivos, falha em frente à baliza, falha a defender, falha em lances em que não se pode falhar.
Esta noite, em Basileia, Portugal falhou muito mais do que a selecção germânica e despediu-se de um Europeu em que chegou a prometer muito, mas acabou por mostrar muito pouco.O adeus de Scolari à selecção acabou, por isso, por acontecer mais cedo do que se esperava. Nem meia-final, nem final, muito menos o título. Portugal ficou-se pelos “quartos” do Euro 2008, na pior prestação numa competição internacional desde que o técnico brasileiro começou a orientar a selecção, igualando a pior prestação lusa na competição, quando ficou pelo caminho nesta fase no Euro 96.Quem assistiu ao jogo percebeu que a máquina alemã é bem mais fiável do que a portuguesa. O electrodoméstico “Made in Germany” dá garantias e cumpre sempre o esperado. Pode não ser muito bonito de se ver, mas é resistente e raramente se avaria ou nos deixa ficar mal. Já o produto português é menos certo e hoje a selecção foi um estereótipo do que caracterizava o “Made in Portugal” há uns anos – atraente, vistoso, mas falível quando testado nos limites.A caminhada portuguesa acabou quando devia ter começado. Depois de dois jogos ganhos com estilo (à Turquia e à República Checa) e de uma derrota jogando com a equipa suplente (contra a Suíça) mas já com o apuramento para os quartos-de-final assegurado, Portugal enfrentava esta noite a sua verdadeira prova de fogo. Depois do futebol bonito e do fogo-de-artifício das primeiras partidas, chegava a hora de confirmar que a pólvora disparada na fase de grupos não era seca e era mesmo capaz de fazer estragos contra opositores mais poderosos. E hoje viu-se que nem tudo o que brilhava era ouro. Que Portugal pode ter a melhor dupla de centrais do mundo, mas não deixa de ter uma defesa débil (especialmente no futebol aéreo), que pode ter o mais que provável melhor jogador do mundo, mas que ele não é capaz de decidir os jogos num lance de génio.Hoje, as primeiras ocasiões de golo até foram de Portugal. Um cruzamento de Bosingwa que Nuno Gomes não desvia, um remate de Simão à figura de Lehmann, um corte in-extremis de Friedrich depois de uma boa tabela entre Nuno Gomes e Cristiano Ronaldo e um remate de João Moutinho com a coxa que saiu por cima da barra. Pequenas oportunidades que podiam muito bem ter dado um golo, mas que não passaram de tentativas falhadas. Lá estão, as falhas.Do outro lado, a eficácia alemã surgia em todo o seu esplendor. Uma arrancada de Podolski pelo flanco esquerdo, um segundo de indecisão entre Pepe e Bosingwa, um “chega para lá” no lateral português e um cruzamento letal para Schweinsteiger (mais rápido que Paulo Ferreira) bastaram para a Alemanha inaugurar o marcador.Portugal desconcentrou-se e concedeu o segundo golo pouco depois numa jogada marcada por esse pecado. Desde a falta que originou o livre à ausência de marcação dos adversários, tudo denunciou o estado de espírito dos portugueses, que deixaram Klose cabecear à vontade. A vencer por 2-0 a Alemanha tinha o trabalho feito.Até ao intervalo, Portugal nunca mais foi capaz de estar tranquilo no jogo. Os lances a meio-campo não tinham a fluidez que foi a imagem de marca da selecção nos dois primeiros encontros e o futebol ofensivo e atraente português não aparecia. E na única vez que apareceu, deu golo. Deco, Simão e Cristiano Ronaldo fizeram a jogada, mas foi Nuno Gomes a concretizar, após uma defesa incompleta de Lehmann.Na segunda parte a selecção entrou melhor. Ao contrário do que tinha sucedido no primeiro tempo, Portugal deixou no balneário o futebol prudente dos primeiros minutos e empurrou a Alemanha para a sua área. Pepe, num canto, quase empatou o encontro, mas as falhas...Com Deco a aparecer mais vezes no meio-campo, a selecção mostrava finalmente futebol para dar a volta ao resultado. Mas havia qualquer coisa que não funcionava no aparelho português. Ou os remates batiam em alguém, ou os centros não saiam bem... Mas a maior falha de todas aconteceu no terceiro golo da Alemanha, quando um livre de Schweinsteiger pingou na área portuguesa. Ballack deu um empurrãozinho a Paulo Ferreira e aproveitou a indecisão de Ricardo, para destruir a ambição portuguesa. A partir dessa altura, os jogadores foram tentando, mas só voltaram a acreditar a três minutos dos 90, quando Postiga reduziu a desvantagem. Mas já era demasiado tarde para uma selecção que saiu do Europeu demasiado cedo.
http://euro2008.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332941
Esta noite, em Basileia, Portugal falhou muito mais do que a selecção germânica e despediu-se de um Europeu em que chegou a prometer muito, mas acabou por mostrar muito pouco.O adeus de Scolari à selecção acabou, por isso, por acontecer mais cedo do que se esperava. Nem meia-final, nem final, muito menos o título. Portugal ficou-se pelos “quartos” do Euro 2008, na pior prestação numa competição internacional desde que o técnico brasileiro começou a orientar a selecção, igualando a pior prestação lusa na competição, quando ficou pelo caminho nesta fase no Euro 96.Quem assistiu ao jogo percebeu que a máquina alemã é bem mais fiável do que a portuguesa. O electrodoméstico “Made in Germany” dá garantias e cumpre sempre o esperado. Pode não ser muito bonito de se ver, mas é resistente e raramente se avaria ou nos deixa ficar mal. Já o produto português é menos certo e hoje a selecção foi um estereótipo do que caracterizava o “Made in Portugal” há uns anos – atraente, vistoso, mas falível quando testado nos limites.A caminhada portuguesa acabou quando devia ter começado. Depois de dois jogos ganhos com estilo (à Turquia e à República Checa) e de uma derrota jogando com a equipa suplente (contra a Suíça) mas já com o apuramento para os quartos-de-final assegurado, Portugal enfrentava esta noite a sua verdadeira prova de fogo. Depois do futebol bonito e do fogo-de-artifício das primeiras partidas, chegava a hora de confirmar que a pólvora disparada na fase de grupos não era seca e era mesmo capaz de fazer estragos contra opositores mais poderosos. E hoje viu-se que nem tudo o que brilhava era ouro. Que Portugal pode ter a melhor dupla de centrais do mundo, mas não deixa de ter uma defesa débil (especialmente no futebol aéreo), que pode ter o mais que provável melhor jogador do mundo, mas que ele não é capaz de decidir os jogos num lance de génio.Hoje, as primeiras ocasiões de golo até foram de Portugal. Um cruzamento de Bosingwa que Nuno Gomes não desvia, um remate de Simão à figura de Lehmann, um corte in-extremis de Friedrich depois de uma boa tabela entre Nuno Gomes e Cristiano Ronaldo e um remate de João Moutinho com a coxa que saiu por cima da barra. Pequenas oportunidades que podiam muito bem ter dado um golo, mas que não passaram de tentativas falhadas. Lá estão, as falhas.Do outro lado, a eficácia alemã surgia em todo o seu esplendor. Uma arrancada de Podolski pelo flanco esquerdo, um segundo de indecisão entre Pepe e Bosingwa, um “chega para lá” no lateral português e um cruzamento letal para Schweinsteiger (mais rápido que Paulo Ferreira) bastaram para a Alemanha inaugurar o marcador.Portugal desconcentrou-se e concedeu o segundo golo pouco depois numa jogada marcada por esse pecado. Desde a falta que originou o livre à ausência de marcação dos adversários, tudo denunciou o estado de espírito dos portugueses, que deixaram Klose cabecear à vontade. A vencer por 2-0 a Alemanha tinha o trabalho feito.Até ao intervalo, Portugal nunca mais foi capaz de estar tranquilo no jogo. Os lances a meio-campo não tinham a fluidez que foi a imagem de marca da selecção nos dois primeiros encontros e o futebol ofensivo e atraente português não aparecia. E na única vez que apareceu, deu golo. Deco, Simão e Cristiano Ronaldo fizeram a jogada, mas foi Nuno Gomes a concretizar, após uma defesa incompleta de Lehmann.Na segunda parte a selecção entrou melhor. Ao contrário do que tinha sucedido no primeiro tempo, Portugal deixou no balneário o futebol prudente dos primeiros minutos e empurrou a Alemanha para a sua área. Pepe, num canto, quase empatou o encontro, mas as falhas...Com Deco a aparecer mais vezes no meio-campo, a selecção mostrava finalmente futebol para dar a volta ao resultado. Mas havia qualquer coisa que não funcionava no aparelho português. Ou os remates batiam em alguém, ou os centros não saiam bem... Mas a maior falha de todas aconteceu no terceiro golo da Alemanha, quando um livre de Schweinsteiger pingou na área portuguesa. Ballack deu um empurrãozinho a Paulo Ferreira e aproveitou a indecisão de Ricardo, para destruir a ambição portuguesa. A partir dessa altura, os jogadores foram tentando, mas só voltaram a acreditar a três minutos dos 90, quando Postiga reduziu a desvantagem. Mas já era demasiado tarde para uma selecção que saiu do Europeu demasiado cedo.
http://euro2008.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1332941
Wednesday, June 11, 2008
Portugal - 3 República Checa 1 Euro 2008

Portugal vence a República Checa e passa aos quartos-de-final.
Portugal e República Checa abriram a segunda jornada do Grupo A no euro 2008. Com um longo historial entre as duas equipas Scolari não mexeu no onze inicial que derrotou a Turquia no primeiro jogo.
O treinador da República Checa fez entrar Milan Baros para o lugar do gigante Koller baralhando as contas a Portugal. Com um avançado mais móvel, Portugal teve dificuldades em travar os ataques de Sionko e Plasil. Um jogo mais físico a meio campo dificultava o ataque de Portugal com os avançados a terem poucas oportunidades de surgir na área de Petr Cech. Cristiano Ronaldo começou à esquerda com Simão no lado direito não havendo surpresas por parte de Scolari.
Aos 8 minutos Portugal marca um golo por intermédio de Deco. Ronaldo e Nuno Gomes combinam bem à entrada da área, a bola ressalta e Deco, com alguma sorte, remata para golo.
A República Checa respondeu com um golo por intermedio de Sionko aos 17 minutos. Portugal perdeu o meio campo e a estatística 36% posse de bola para os checos enganava.
Portugal tentou desfazer o empate por iniciativas individuais mas o jogo foi para intervalo empatado a uma bola.
A segunda parte começou igual à primeira com um forte dominio a meio campo dos checos. As bancadas estavam apáticas o que reflectia o inicio da segunda parte da equipa lusa. João Moutinho não se entende com Deco que erra alguns passes de transição para o ataque.
Nuno Gomes por duas vezes quase que marca e a divisão de pontos surgia no horizonte.
Mas a história do jogo fica marcada pelo golo de Ronaldo que surgindo de trás, após boa jogada de Deco na direita, remata de primeira para o golo. A equipa de Portugal fica empolgada e Scolari faz entrar Meira no lugar de Moutinho para marcar Koller que entrou na segunda parte.
Com o jogo a favor de Portugal e com os checos a darem o tudo por tudo para o empate, entram Quaresma e Hugo Almeida para o lugar de Simão Sabrosa e Nuno Gomes.
Após uma grande defesa de Ricardo aos 83 minutos que impediu a segundo golo de Sionko Portugal sai rápido para o contra ataque com um passe longo de Bosingwa para Ronaldo que oferece o golo a Ricardo Quaresma .
Portugal lidera o grupo A isolado com mais três pontos que a República Checa.
Eduardo Santiago e Paulo Guerrinha em Genéve
Portugal e República Checa abriram a segunda jornada do Grupo A no euro 2008. Com um longo historial entre as duas equipas Scolari não mexeu no onze inicial que derrotou a Turquia no primeiro jogo.
O treinador da República Checa fez entrar Milan Baros para o lugar do gigante Koller baralhando as contas a Portugal. Com um avançado mais móvel, Portugal teve dificuldades em travar os ataques de Sionko e Plasil. Um jogo mais físico a meio campo dificultava o ataque de Portugal com os avançados a terem poucas oportunidades de surgir na área de Petr Cech. Cristiano Ronaldo começou à esquerda com Simão no lado direito não havendo surpresas por parte de Scolari.
Aos 8 minutos Portugal marca um golo por intermédio de Deco. Ronaldo e Nuno Gomes combinam bem à entrada da área, a bola ressalta e Deco, com alguma sorte, remata para golo.
A República Checa respondeu com um golo por intermedio de Sionko aos 17 minutos. Portugal perdeu o meio campo e a estatística 36% posse de bola para os checos enganava.
Portugal tentou desfazer o empate por iniciativas individuais mas o jogo foi para intervalo empatado a uma bola.
A segunda parte começou igual à primeira com um forte dominio a meio campo dos checos. As bancadas estavam apáticas o que reflectia o inicio da segunda parte da equipa lusa. João Moutinho não se entende com Deco que erra alguns passes de transição para o ataque.
Nuno Gomes por duas vezes quase que marca e a divisão de pontos surgia no horizonte.
Mas a história do jogo fica marcada pelo golo de Ronaldo que surgindo de trás, após boa jogada de Deco na direita, remata de primeira para o golo. A equipa de Portugal fica empolgada e Scolari faz entrar Meira no lugar de Moutinho para marcar Koller que entrou na segunda parte.
Com o jogo a favor de Portugal e com os checos a darem o tudo por tudo para o empate, entram Quaresma e Hugo Almeida para o lugar de Simão Sabrosa e Nuno Gomes.
Após uma grande defesa de Ricardo aos 83 minutos que impediu a segundo golo de Sionko Portugal sai rápido para o contra ataque com um passe longo de Bosingwa para Ronaldo que oferece o golo a Ricardo Quaresma .
Portugal lidera o grupo A isolado com mais três pontos que a República Checa.
Eduardo Santiago e Paulo Guerrinha em Genéve
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